MARCO DO SANEAMENTO

Miika Nacional • 10 de novembro de 2022

O novo Marco do Saneamento

O saneamento é um direito básico da população, garantido pela Constituição Federal de 1988, que inclui, além do esgoto e da água, a limpeza urbana e a drenagem apropriada da água das chuvas.


No entanto, um levantamento do Instituto Trata Brasil (ITB), divulgado em abril, aponta que cerca de 100 milhões de brasileiros não dispõem de rede de coleta de esgoto e outros 35 milhões não têm acesso a água tratada.


O Marco Legal do Saneamento, como ficou popularmente conhecida a Lei 14.026 de 15 julho de 2020, foi criado justamente para tentar mudar essa realidade e tem como principal objetivo garantir melhorias das redes de distribuição de água e esgoto, assegurando a universalização desses serviços.


Dentre as principais propostas defendidas no Marco Legal do Saneamento, está o fato de que ele estabelece mudanças nas políticas de coleta e reciclagem de lixo e limpeza urbana, com metas definidas para a universalização do acesso aos serviços.


Informações do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) apontam que o novo Marco Legal do Saneamento, sancionado em julho de 2020, já gerou cerca de R$ 72,2 bilhões em investimentos para o setor.


Ao todo, em 212 municípios brasileiros, mais de 19 milhões de pessoas foram beneficiadas com as licitações que ocorreram em cinco Estados. A meta é que até 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% a tratamento e coleta de esgoto.

Compartilhar notícia

Mais notícias

Por Miika Nacional 18 de junho de 2026
No tratamento de água e efluentes, a correção do pH é uma etapa fundamental para garantir eficiência operacional, conformidade ambiental e segurança do processo. Por isso, quando o assunto é alcalinização, a velocidade de correção costuma receber bastante atenção. Mas será que corrigir o pH rapidamente é suficiente? Em muitas operações de saneamento, o verdadeiro desafio não está em elevar o pH.  Está em mantê-lo estável.
17 de junho de 2026
A flotação é um dos processos mais sofisticados do beneficiamento mineral. Sua eficiência depende da interação entre minerais, reagentes e condições operacionais cuidadosamente controladas. Entre todos os parâmetros monitorados em uma planta de flotação, poucos exercem tanta influência sobre os resultados quanto o pH da polpa. Embora muitas vezes seja tratado apenas como um parâmetro de controle operacional, o pH atua diretamente na química de superfície dos minerais, na estabilidade dos reagentes e na seletividade do processo.  Por esse motivo, a alcalinização adequada não deve ser vista apenas como uma exigência operacional, mas como um fator estratégico para a recuperação mineral.
Por Miika Nacional 9 de junho de 2026
Em muitos processos industriais e sistemas de tratamento, a alcalinização é uma etapa fundamental para garantir o controle do pH e o bom desempenho operacional. Por isso, quando o assunto é alcalinizante, a primeira análise normalmente recai sobre o custo do produto. Mas será que essa é a melhor forma de avaliar uma estratégia de alcalinização?  A verdade é que, em diversas operações, os maiores desafios não estão necessariamente relacionados ao preço do insumo, mas à capacidade de manter o processo estável ao longo do tempo.